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Olá! Meu nome é Rael de França, sou psicólogo (CRP 05/63173), psicanalista e supervisor clínico. Formado desde 2020 pelo IBMR/RJ, meu interesse pela Psicologia surgiu já na adolescência, curioso com os fenômenos do suicídio e da automutilação. Possuo uma pós-graduação em Tradução do Inglês. Atualmente sou pós-graduando em Atendimento Clínico das Diversidades Sexuais e de Gênero pelo IPPERG.
Hoje me dedico inteiramente à clínica, oferecendo atendimentos on-line. O tema do suicídio ainda me desperta muita curiosidade e interesse, tanto teórica quanto clinicamente. Além disso, identificado enquanto uma pessoa não binária e bissexual, sou atravessado pelo tema e estudo da transgeneridade e sexualidades dissidentes.
A terapia é um espaço seguro, onde seus sofrimentos, incômodos e dilemas serão escutados com a devida atenção, com o respeito da manutenção do sigilo e do vínculo terapêutico. O papel do psicólogo, além de te ouvir, é te auxiliar a compreender melhor seus comportamentos, sentimentos e pensamentos.
Ao longo da minha trajetória, minha formação em psicanálise passou por diferentes espaços: estive no Corpo Freudiano de São Paulo, na República – Grupo de Psicanálise e por fim, no Instituto Gradiva.
Atualmente, faço parte enquanto membro do Afluente – Coletivo de Psicanálise, grupo autogerido e organizado por psicanalistas interessados em um exercício de estudo que visa a compreensão objetiva e prática de um texto, de um uso sensato de nosso tempo e no exercício clínico cuidadoso da psicanálise, orientados sobretudo por propostas freudianas e pós freudianas.
Pelo Afluente, coordenei um grupo de estudos entre Janeiro e Abril de 2025 sobre o tema do suicídio na teoria freudiana, espaço que possibilitou trocas muito ricas do nosso fazer clínico e da importância de não falar sobre o suicídio apenas no mês de Setembro.
Minha exposição temática de Fevereiro de 2025, “Pode-se gongar um tipo de psicanálise?” foi publicado recentemente pela Revista Estudos Transviades. Para ler, clique aqui.
Entre Julho e Setembro 2025, coordenei um grupo de estudos sobre Sándor Ferenczi, lendo seu artigo de 1933: “Confusão de linguagens entre o adulto e a criança (a linguagem da ternura e a linguagem da paixão)”.
Externamente à clínica, mantenho um interesse pela escrita, que às vezes se mistura com um tom de poesia confessional e fluxo de consciência, além de desenvolvimentos teóricos dos temas que mencionei acima.
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